quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Cedae lança a “Feira de Saneamento”.

A exemplo de anos anteriores, foi lançado no dia 15 de fevereiro (quarta-feira), no auditório da nova sede da Cedae , Av. Presidente Vargas, 2.655), o lançamento da 4ª ExpoASEAC - UniCedae, a Exposição de Tecnologia e Equipamentos para Saneamento e encontro técnico sobre saneamento básico e ambiental.
A cerimônia contou com as presenças dos presidente da Cedae, Wagner Victer, e da Associação dos Empregados de Nível Superior da Cedae (Aseac), Luiz Alexandre Sá de Faria. - Este é um evento que tem se consagrado pelos resultados obtidos junto aos expositores e que, na última edição conquistou um recorde de público, ultrapassando 3,5 mil pessoas.
A expectativa para este ano é de 4,5 mil visitantes – anunciou o presidente da Cedae, Wagner Victer. A ExpoASEAC - UniCedae deste ano, produzida pela Fagga Eventos, será realizada entre os dias 11 e 13 de abril no Centro de Convenções Sulamérica e reunirá mais de 80 expositores. [www.cedae.rj.gov.br].

Brasil terá mais de 40 instituições no 6º Fórum Mundial da Água.

O 6º Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema, acontece de 12 a 17 de março em Marselha, na França. Estima-se a participação de cerca de 20 mil pessoas de 140 países reunidas em busca de soluções para os principais desafios que envolvem o tema água, uma das prioridades da agenda internacional.

Organizado pela Seção Brasil do Conselho Mundial da Água, a participação brasileira ocorre em duas frentes: em várias das mais de cem sessões oficiais do Fórum; e nas atividades do Pavilhão Brasil, organizado por mais de 40 instituições. A delegação brasileira será chefiada pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O Pavilhão Brasil terá auditório para apresentações, sala de reuniões, media center, estandes e espaço dedicado à Rio+20.

As instituições brasileiras responsáveis pelo Pavilhão Brasil farão reuniões de trabalho, sessões técnicas e outras ações relacionadas ao Fórum, para difundir e compartilhar experiências com instituições de vários países e identificar oportunidades de parcerias.

Organizado pelo Conselho Mundial da Água (WWC – World Water Council) e o país anfitrião, o Fórum Mundial da Água ocorre a cada três anos, sempre no mês de março, quando no dia 22 celebra-se o "Dia Mundial da Água".

O tema escolhido para esta edição é “Tempo para Soluções”. O objetivo do Fórum é aumentar a importância da água na agenda política dos governos, aprofundar discussões, trocar experiências para os atuais desafios e formular propostas concretas. Para esta edição do Fórum, o conselho Mundial da Água elegeu três prioridades de ação: Boa Governança, Contribuição para Desenvolvimento Econômico e Preservação.

No contexto regional das Américas, foi decidido priorizar seis temas: Água e Saneamento, Água e Adaptação às Mudanças Climáticas, Gestão Integrada de Recursos Hídricos, Água para Alimento, Água para Energia e Melhoria da Qualidade dos Recursos Hídricos e Ecossistemas.

A participação brasileira no 6° Fórum é liderada por um colegiado denominado Seção Brasil do Conselho Mundial da Água, que reúne vinte e dois membros efetivos a e vinte instituições convidadas, o que coloca o Brasil na condição de quinto país em termos de representação nacional junto ao Conselho Mundial de Água.

Mais Informações:

Data: 12 a 17 de março de 2012

Local: Marselha – FrançaSite Oficial: www.worldwaterforum6.org

Credenciamento de Imprensa: www.worldwaterforum6.org/en/press/media-form/?id=237

Inscrição: www.worldwaterforum6.org/en/registration/

Fonte: Agência Nacional de Águas.

MMA e BNDES lançam linha de crédito para projetos que reduzam emissões.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, lançaram nesta segunda, no Rio de Janeiro, as linhas de crédito do Programa Fundo Clima. O objetivo do novo Fundo é apoiar projetos relacionados a ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e redução de emissões de gases do efeito estufa.

“O Fundo Clima é um dos principais instrumentos da política brasileira de mudança do clima e até 2014 seus recursos poderão atingir até R$ 1 bilhão”, disse Izabella.

Os recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima – Fundo Clima – são provenientes da parcela de até 60% da Participação Especial do Petróleo, recebida pelo Ministério do Meio Ambiente. Os recursos estão divididos em duas modalidades: reembolsável, que será operada pelo BNDES, e não reembolsável, sob gestão direta do MMA.

Em 2011, o orçamento destinado às duas modalidades foi de R$ 230 milhões. Do total, R$ 30 milhões correspondem à parcela não reembolsável, que já entrou em vigor no ano passado, e R$ 200 milhões para a modalidade reembolsável, que estará disponível a partir de agora, com o lançamento da linha de crédito. Para 2012, o orçamento da parcela reembolsável é de R$ 360 milhões.
A nova linha, com o intuito de estimular investimentos privados, municipais e estaduais com maior eficiência do ponto de vista climático, apresenta juros mais atrativos do que os aplicados atualmente pelo BNDES. As novas taxas variam de acordo com os subprogramas, começando em 2,5% ao ano.

Os prazos de financiamento, também variáveis em função da aplicação, chegam a 25 anos — prazo máximo para empreendimentos de transporte urbano sobre trilhos. A participação do BNDES poderá ser de até 90% do valor dos itens financiáveis para todos os subprogramas.

Os subprogramas são os seguintes:

Modais de transporte eficientes – Voltado a projetos que contribuam para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e de poluentes locais no transporte coletivo urbano de passageiros, bem como para a melhoria da mobilidade urbana nas regiões metropolitanas.

Máquinas e equipamentos eficientes – Financiamento de máquinas e equipamentos novos e nacionais com maiores índices de eficiência energética.

Energias renováveis – Voltado para investimentos em geração de energia a partir da energia eólica em sistemas isolados, do uso de biomassa, dos oceanos e da radiação solar, além de projetos de desenvolvimento tecnológico e da cadeia produtiva desses setores.

Resíduos com aproveitamento energético – Apoio a projetos de racionalização da limpeza urbana e disposição de resíduos com geração de energia nas cidades-sede da Copa do Mundo ou em suas regiões metropolitanas.

Carvão vegetal – Destinado a investimentos voltados à melhoria da eficiência energética na produção de carvão vegetal.

Combate à desertificação – Projetos de restauração de biomas e de atividades produtivas sustentáveis de madeiras nativas, fibras e frutos na região Nordeste.

Com o lançamento do Programa Fundo Clima, o Ministério do Meio Ambiente e o BNDES buscam incentivar investimentos relevantes para que o Brasil atinja suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa — estabelecidas na Política Nacional sobre Mudança do Clima —, reduza suas vulnerabilidades aos efeitos adversos da mudança do clima e se prepare para competir em uma economia de baixo teor de carbono.

Fonte: Último Instante.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sabesp amplia oferta para coleta e tratamento de esgotos não domésticos.

Você sabia que a Sabesp oferece produto destinado à coleta e tratamento de esgotos para indústrias?

Ao adotar este programa as empresas repassam a responsabilidade do tratamento e disposição final à Sabesp, reduzem o custo operacional e atendem as exigências legais de controle de poluição ambiental.

Se a região onde está localizada a indústria for provida de sistema público de esgotos e houver possibilidade técnica de ligação, ela deverá lançar seus esgotos no sistema da Sabesp.

Caso contrário, a Sabesp oferece, visando a preservação ambiental, a possibilidade do despejo de seus efluentes em um de seus pontos de recebimento dos esgotos não domésticos.

Mais coleta e tratamento de esgotos - Em São Paulo, uma das regionais alcançou 11% de aumento no faturamento pela oferta na demanda deste produto para grandes e importantes indústrias da região norte.

Tais ganhos deram-se em razão das obras para despoluição dos córregos e o próprio Projeto Tietê que ampliou as instalações e redes em toda a área.

"Grandes obras de coleta, afastamento e tratamento de esgotos estão previstas na unidade para os próximos anos. Tais empreendimentos abrirão um potencial ímpar para o incremento de arrecadação de programa de esgotos não - domésticos, além de benefícios ambientais, destaca Nelson Bevilacqua, gerente da Sabesp.

Fonte: Sabesp.

Sabesp investirá cerca de 8,2 milhões em megaoperação para o Carnaval.


Após concluir os balanços quanto à virada do Ano Novo e o período de férias, a Sabesp adota agora seu plano de estratégias e ações para o Carnaval 2012, época em que a população do Litoral Norte - hoje em torno de 300 mil – chega a quase 1 milhão de pessoas, de acordo com as Secretarias de Turismo dos quatro municípios.

Com o intuito de minimizar os efeitos causados pelo aumento populacional durante os quatro dias de folia, a Sabesp adotará um conjunto de medidas preventivas que visa aumentar a segurança da infraesturura dos sistemas de abastecimento.

Para garantir isso, a empresa estabeleceu prioridades e atuou na melhoria de sistemas e redes, com investimentos que chegam a R$ 8,2 milhões para toda a temporada.

Além disso, a Sabesp manterá os índices de vazão de água igual ao Réveillon, ou seja, com produção de até 200,8 milhões de litros. Esta vazão permite o atendimento de mais de 1 milhão de pessoas diariamente.

Como parte dessa megaoperação, Polos Avançados de Atendimento, 12 equipes eletromecânicas, duas equipes de calderaria, frota de 11 caminhões pipa, equipes de moto para atendimento operacional e controle sanitário. Cerca de 200 pessoas atuarão em sistemas de plantão durante os dias de folia.

O ‘coração’ de todo o sistema regional estará instalado no Centro de Controle Operacional, na Superintendência do Litoral Norte, localizada no bairro do Porto Novo, em Caraguá.

Mesmo com toda esta megaoperação, o superintendente da Sabesp no Litoral Norte, engenheiro José Bosco Fernandes de Castro, alerta para a importância da economia de água.

“Precisamos fazer o uso racional nesta época do ano. Recomendamos evitar lavar carros, calçadas, quintais, animais e reduzir o tempo de banho”.

Fonte: Sabesp.

Senado discute ações para 6º Fórum Mundial da Água.


A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado se reuniu, hoje (14), em uma audiência pública sobre o 6° Fórum Mundial da Água, que será realizado de 12 a 17 de março em Marselha, na França. Durante o encontro, o engenheiro Benedito Braga, coordenador do fórum, ressaltou que a participação de parlamentares no evento é estratégica, já que a gestão da água é um processo político e depende de boas leis e de recursos orçamentários.

A sexta edição do fórum, organizado pelo Conselho Mundial da Água, tem como tema "Tempo para Soluções" reunirá representantes de 180 países e vai analisar os recursos hídricos no contexto da agenda política dos governos e formular propostas para seu uso racional e sustentável. A delegação brasileira deve ser presidida pela ministra do meio Ambiente, Izabella Teixeira, e levará diversas experiências bem sucedidas no país.

Os parlamentares apostam no papel importante ao Brasil, por possuir uma moderna legislação de gestão de água. As discussões durante o evento permitirão a troca de informação entre os países sobre legislações eficientes e políticas bem sucedidas. “É um fórum político. Os técnicos preparam soluções, mas queremos que ministros, parlamentares e prefeitos se comprometam”, afirmou Benedito Braga.

Para o coordenador do fórum, o papel dos parlamentares nesses compromissos é fundamental, pois são eles os responsáveis pela elaboração de leis que irão viabilizar uma boa gestão da água e também por aprovar o Orçamento da União, de estados e municípios.

Delegação brasileira

Paulo Varella, também dirigente da Agência Nacional de Águas (ANA), explicou que Brasil terá um pavilhão no fórum, patrocinado pelos 41 integrantes da Sessão Brasil do Conselho Mundial de Água, entre os quais a própria Agência, quatro ministérios, as confederações nacionais da Agricultura (CNA) e da Indústria (CNI), a Itaipu Binacional, a Odebrecht Energia.

Entre as experiências brasileiras a serem levadas ao fórum, Júlio Tadeu Kettelhut, do Ministério do Meio Ambiente, citou o sistema de parcerias envolvidas na gestão de água. Já o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Paranoá, Paulo Sérgio Salles, destacou a legislação específica e a prática dos comitês de bacia.

O Brasil também deverá levar ao fórum uma declaração ministerial, reunindo a posição do governo brasileiro, conforme informou Paulino de Carvalho Neto, do Ministério das Relações Exteriores. Entre as premissas que nortearam a elaboração da declaração, Carvalho Neto citou a soberania dos países sobre uso e gestão de seus recursos naturais.

No debate, os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Jorge Viana (PT-AC) concordaram com o presidente da ANA quanto à importância de programas de pagamento por serviços ambientais.

Os senadores manifestaram preocupação com fontes de financiamento para viabilizar programas de pagamento por serviços ambientais. Eles lembraram que nos próximos anos o governo estará renovando contratos com concessionárias de energia elétrica e deve aproveitar esse processo para prever recursos para os programas.

Já o senador Pedro Taques (PDT-MT) manifestou preocupação com a legislação que trata da implantação de hidrovias no país, uma vez que os rios podem cortar diversos estados, requerendo um ordenamento jurídico adequado para viabilizar o múltiplo uso dos cursos d'água.

Para o próximo Fórum Mundial das Águas Rollemberg manifestou apoio à candidatura de Brasília como sede da edição, prevista para 2018, sugerida pelo presidente da Agência Reguladora de Água e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), Vinicius Benevides. A escolha da sede segue critérios estabelecidos por um termo de referência.

De acordo com o coordenador do 6º Fórum, são considerados não apenas aspectos como infraestrutura, mas também o desempenho do país nos esforços de gestão sustentável dos recursos hídricos e seu envolvimento nos fóruns mundiais de água. Nesse sentido, ele considera que o país reúne condições para sediar o evento, pois "tem dado ao mundo sinais de boa gestão da água".

Fonte: Agência Senado.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

População mundial marca de 7 bilhões de pessoas e revela graves problemas sanitários em todo o mundo.

O final de outubro deste ano assistiu a humanidade alcançar mais uma marca histórica: segundo as estimativas das Nações Unidas, somos agora 7 bilhões de pessoas respirando sobre o Planeta Terra. Mas não estamos apenas respirando: nós também trabalhamos, dormimos, comemos; e sim, defecamos. Já pensou a quantidade de fezes que é produzida por sete bilhões de pessoas?

Representantes de ONGs ambientais e humanitárias, de atuação internacional, chamam a atenção para um problema geralmente oculto. Os números da ONU revelam que 2,6 bilhões de pessoas (ou seja, 37% da população mundial) não têm saneamento básico e depositam seus excrementos no ambiente. A cada ano, 200 milhões de toneladas de fezes são lançadas na natureza sem tratamento.

Uma série de problemas pega carona nesse panorama, porque 90% destes excrementos sem saneamento são atirados em rios. Quando há chuvas pesadas, em países subdesenvolvidos, o líquido que corre pelas ruas, nas enchentes, não é nada saudável. Mas o risco de doenças relacionadas a excrementos apresenta, ele próprio, um leque maior de preocupações.

No mundo, morrem cerca de 1,4 milhões de crianças devido a doenças ligadas à falta de saneamento a cada ano. É como se perdêssemos uma criança por essa razão a cada 20 segundos. Uma das ONGs, a WaterAid, critica a ONU, que havia se comprometido a tomar ações para reduzir pela metade o número de pessoas sem saneamento no mundo até 2015, e agora consideram esse número “fora de alcance”.

O problema, segundo as entidades, é também cultural. O governo indiano, já nos anos 80, deu milhões de latrinas à população. Embora não sejam o ideal, as latrinas com cobertura química (geralmente, uma pá de cal) evitam o acesso de mosquitos e proliferação de doenças. Mas as autoridades da Índia tiveram, alguns anos depois, uma péssima surpresa: as pessoas usavam a “casinha” como estábulo ou depósito, e mantinham o hábito de defecar no ambiente.

Além do óbvio problema da contaminação, defecar ao ar livre leva consigo mais problemas culturais. Em algumas áreas da África subsaariana, nas localidades em cujas casas não há sequer latrina, mulheres são vítimas de estupro momentos antes de serem obrigadas a fazer suas necessidades em um arbusto.

E nem todas as latrinas são de boa qualidade. Quando não há manutenção adequada, ela logo fica infestada de insetos e exala um cheiro insuportável. Os pesquisadores da WaterAid explicam que isso é um problema gravíssimo, porque as pessoas claramente optam por defecar no rio ao invés da latrina diante dessa situação, o que amplia o problema ambiental.

Nas áreas urbanas, esse problema fica explícito em favelas. Os dados da ONU revelam que a população mundial morando em favelas caiu de 39% em 2000 para 30% em 2010. Pode parecer um alento, mas o número absoluto de pessoas nessa situação subiu. Em alguns casos, o governo municipal simplesmente não reconhece uma favela como parte do perímetro urbano, e todos os moradores ficam à margem de qualquer assistência sanitária.

Algumas cidades ainda apresentam paisagem semelhante a centros urbanos desenvolvidos do século XVIII: ruas estreitas, uma casa ao lado da outra, nada que se pareça com uma latrina para depositar as fezes. Em muitos lugares do mundo, os dejetos ainda são atirados à rua diretamente.

A falta de saneamento chega a criar situações surreais. Uma pesquisa recente, em países subdesenvolvidos, aponta que 20% das meninas deixam de ir à escola por falta local adequado para fazer as necessidades. Ou seja, até os índices de educação e alfabetismo são afetados pelas péssimas condições sanitárias.

Diante de um quadro tão pessimista, a WaterAid pensa em estratégias para “convencer” as autoridades da seriedade do problema. Um dos argumentos é econômico: de acordo com um levantamento, para cada dólar investido pelo Estado em saneamento básico, oito dólares são poupados em saúde pública. Segundo a ONG, 30 dólares (cerca de 52 reais, na conversão atual) são suficientes para garantir a uma pessoa acesso básico a água tratada e saneamento.

Embora os focos de maior atenção estejam em países pobres da África e Ásia, as nações desenvolvidas não estão livres do problema. Quando uma metrópole cresce além da sua capacidade, é comum que o esgoto não tenha estrutura suficiente para suportar o volume de fezes que cria. Em alguns locais, excrementos são depositados na natureza pela própria rede de esgoto super saturada.

Medidas para solucionar essa questão são urgentes, como explicam os pesquisadores, porque a população não está caindo. Por volta de 2100, calcula-se que haverá 10 bilhões de pessoas na Terra. Se o panorama com relação às fezes já é tão preocupante com a população atual, os cientistas nem conseguem prever o que pode acontecer se houver três bilhões de humanos a mais.